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	<title>Imagens da Tabela Periódica</title>
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	<description>112 elementos em fotos e imagens</description>
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		<title>Canos de chumbo</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 18:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chumbo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Imagem acima &#8211; Região de Bath, a 100km a oeste de Londres.

Detalhe dos canos. Foto também registrada em Bath.
Os Romanos costumavam fazer uso do chumbo em diversas situações cotidianas. Uma delas era a construção de tubulações de água.
Por ser um metal tóxico, alguns historiadores apontaram este uso como o responsável por alguns casos de intoxicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://picasaweb.google.com/lh/photo/FTuS6CcLKZ5K31lkyiPgYQ"><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/03/chumbo-cano-romano-londres.jpg" alt="" title="tubulações de chumbo em banho romano" width="600" height="800" class="alignnone size-full wp-image-233" /></a><br />
Imagem acima &#8211; Região de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bath,_Somerset">Bath</a>, a 100km a oeste de Londres.<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Lead_pipe_-_Bath_Roman_Baths.jpg"><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/03/detalhe-canos-chumbo-bath-wikipedia.jpg" alt="" title="canos de chumbo romanos" width="300" height="444" class="alignnone size-full wp-image-234" /></a><br />
Detalhe dos canos. Foto também registrada em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bath,_Somerset">Bath</a>.</p>
<p>Os Romanos costumavam fazer uso do <a href="http://www.tabelaperiodica.org/chumbo/">chumbo</a> em diversas situações cotidianas. Uma delas era a construção de tubulações de água.<br />
Por ser um metal tóxico, alguns historiadores apontaram este uso como o responsável por alguns casos de intoxicação por chumbo. Contudo, em Roma a água continha uma quantidade considerável de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/calcio/">cálcio</a>, o que poderia <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Water_pipe#History">resultar em um recobrimento da superfície do cano</a> minimizando o contato com a água.<br />
No entanto, em Roma existia o costume de ferver o suco de uva em recipientes de chumbo, resultando em uma substância adocicada &#8211; <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Defrutum">chamada de sapa</a> &#8211; que na verdade continha uma grande quantidade de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acetato_de_chumbo">acetato de chumbo (II)</a>, gerando perigo de ingestão de chumbo naqueles que faziam uso desta técnica para adoçar o vinho.</p>
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		<title>Esfera recoberta com nióbio para testes da Relatividade</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:46:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nióbio]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Gravity Probe B (GP-B) é um experimento em relatividade desenvolvido na Universidade de Stanford para testar duas previsões extraordinárias da Relatividade Geral de Albert Einstein. O experimento medirá, muito precisamente, as esperadas e pequenas mudanças na direção de rotação do eixo de quatro giroscópios contidos em um satélite que orbita a Terra a 640km [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~9~9~58833~162677:"><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/02/esfera-coberta-niobio-relatividade.jpg" alt="" title="esfera de nióbio em sonda para testes da Relatividade de Einstein" width="600" height="472" class="alignnone size-full wp-image-227" /></a><br />
A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gravity_Probe_B">Gravity Probe B</a> (GP-B) é um experimento em relatividade desenvolvido na Universidade de Stanford para testar duas previsões extraordinárias da Relatividade Geral de Albert Einstein. O experimento medirá, muito precisamente, as esperadas e pequenas mudanças na direção de rotação do eixo de quatro giroscópios contidos em um satélite que orbita a Terra a 640km de altitude.</p>
<p>Livres de perturbações os giroscópios providenciarão um sistema de refeência espaço-tempo quase perfeito. Eles medirão como o espaço e o tempo são levemente deformados pela presença da Terra, e, mais fortemente, como a rotação da Terra arrasta o espaço-tempo. Estes efeitos, embora pequenos para a Terra, tem implicações na natureza da matéria e estrutura do Universo.</p>
<p>Esta fotografia é um close de do motor giroscópio recoberto com <a href="http://www.tabelaperiodica.org/niobio/">nióbio</a> e suas metades protetoras. A GP-B está entre os programas mais criteriosos realizados pela NASA. Esta é a história de uma busca científica na qual físicos e engenheiros colaboram juntamente por muitos anos. Ispirados pela busca eles inventaram um grande número de tecnologias que já tomam vida em outros ramos da ciência e engenharia. </p>
<p>Lançada em 20 de abril de 2004, o programa GP-B foi conduzido pela NASA no Marshall Space Flight Center. E o desenvolvimento da GP-B é de responsabilidade da Universidade de Stanford em conjunto com Lockheed Martin Corporation.</p>
<p>Imagem original em<br />
<a href="http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~9~9~58833~162677:">http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~9~9~58833~162677:</a></p>
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		<title>Amostra de selênio</title>
		<link>http://imagens.tabelaperiodica.org/amostra-de-selenio/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 15:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Selênio]]></category>

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		<description><![CDATA[
Esta amostra de selênio está armazenada dentro de um tubo de vidro selado e em presença de argônio em baixa pressão.
Este tipo de armazenamento é feito para evitar a alteração do metal e eventual intoxicação com o metal.
Imagem sob licença creative commons, via DaJJHman(flickr).
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/02/amostra-selenio-flickr.jpg" alt="" title="amostra de selênio - Flickr DaJJHman" width="600" height="1146" class="alignnone size-full wp-image-219" /><br />
Esta amostra de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/selenio/">selênio</a> está armazenada dentro de um tubo de vidro selado e em presença de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/argonio/">argônio</a> em baixa pressão.<br />
Este tipo de armazenamento é feito para evitar a alteração do metal e eventual intoxicação com o metal.</p>
<p><em>Imagem sob licença creative commons, <a href="http://www.flickr.com/photos/21663307@N02/3599821660/">via DaJJHman(flickr).</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Camada de ouro em espelho</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 12:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Níquel]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[
A equipe do Space Optics Manufacturing Center, da Nasa, vem trabalhando para expandir nossa visão do Universo via novos e sofisticados telescópios. O Objetivo é desenvolver sistemas avançados de ótica para o espaço com baixo custo, para programas especiais do Século 21 &#8211; incluindo objetivos de longo prazo de imageamento de planetas como a Terra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~9~9~61674~165521:"><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/02/camada-ouro-espelho-nasa.jpg" alt="" title="espelho raios x com camada de ouro" width="600" height="441" class="alignnone size-full wp-image-215" /></a><br />
A equipe do Space Optics Manufacturing Center, da Nasa, vem trabalhando para expandir nossa visão do Universo via novos e sofisticados telescópios. O Objetivo é desenvolver sistemas avançados de ótica para o espaço com baixo custo, para programas especiais do Século 21 &#8211; incluindo objetivos de longo prazo de imageamento de planetas como a Terra em sistemas solares distantes.<br />
Para reduzir o custo de fabricação do espelho, o Marshall Space Flight Center (MSFC) desenvolveu técnicas de replicação, maquinário e materiais para replicar espelhos de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/niquel/">níquel</a> eletroformados. O processo permite fabricação precisa de mandril para uso e reuso como molde para replicação de espelhos de alta qualidade. Esta imagem mostra um espelho replicado leve de raios-x com uma camada de ouro aplicada.</p>
<p> Imagem original em<br />
<a href="http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~9~9~61674~165521:">http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~9~9~61674~165521:</a></p>
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		<title>Densímetro com mercúrio</title>
		<link>http://imagens.tabelaperiodica.org/densimetro-com-mercurio/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 12:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercúrio]]></category>
		<category><![CDATA[metal]]></category>

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		<description><![CDATA[
O aparato acima é utilizado para medir a qualidade do leite por meio da avaliação de sua densidade.
Normalmente este tipo de instrumento é chamado de densímetro, mas quando usado especificamente para o leite também pode ser denominado de lactômetro.
A substância escura no bulbo inferior é mercúrio (chumbo em alguns casos), e este conjunto é ajustado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bit.ly/buUkoA"><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/02/mercurio-densimetro-leite.jpg" alt="" title="Mercurio em um densimetro" width="600" height="419" class="alignnone size-full wp-image-209" /></a><br />
O aparato acima é utilizado para medir a qualidade do leite por meio da avaliação de sua densidade.<br />
Normalmente este tipo de instrumento é chamado de densímetro, mas quando usado especificamente para o leite também pode ser denominado de lactômetro.<br />
A substância escura no bulbo inferior é <a href="http://www.tabelaperiodica.org/mercurio/">mercúrio</a> (chumbo em alguns casos), e este conjunto é ajustado de forma a flutuar leite com a extremidade bulbosa para baixo. A flutuação revelará, na escala de papel, a qualidade do leite. Este instrumento já foi construído de forma a dar o resultado direto da qualidade, sendo que uma flutuação na marca M indicará que o leite está puro, na marca 3 indica que possui um quarto de água, na 2 resulta de um leite com metade em água, e assim por diante.</p>
<p>Mais informações em<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dens%C3%ADmetro">http://pt.wikipedia.org/wiki/Dens%C3%ADmetro</a></p>
<p>Imagem sob licença Creative Commons, via <a href="http://images.wellcome.ac.uk/">Wellcome Images</a>.</p>
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		</item>
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		<title>Pilar de azurita e malaquita</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 13:05:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cobre]]></category>

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		<description><![CDATA[
O American Museum of Natural History possui grande coleção de minerais com milhares de exemplares.
Uma das peças do acervo é este pilar de 4,5 toneladas de mineral de azurita/malaquita. A rocha foi extraída da mina Copper Queen em Bisbee, no Arizona, por volta da virada do século passado e doada ao museu pela Phelps Dodge [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2009/12/azurita-malaquita-museu-flickr-wallyg.jpg" alt="rocha museu americano malaquita azurita" title="rocha museu americano malaquita azurita" width="600" height="439" class="alignnone size-full wp-image-202" /><br />
O American Museum of Natural History possui grande coleção de minerais com milhares de exemplares.<br />
Uma das peças do acervo é este pilar de 4,5 toneladas de mineral de azurita/malaquita. A rocha foi extraída da mina Copper Queen em Bisbee, no Arizona, por volta da virada do século passado e doada ao museu pela Phelps Dodge Corporation.</p>
<p>A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Azurita">azurita</a> contém cobre e apresenta composição química Cu<sub>3</sub>(CO<sub>3</sub>)<sub>2</sub>(OH)<sub>2</sub> e foi, durante muito tempo, utilizada como um corante azul, e análises de obras da Idade Média demonstram o seu uso.<br />
A azurita ocorre com frequencia em associação com a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Malaquita">malaquita</a>, esta última tem a composição CuCO<sub>3</sub>.Cu(OH)<sub>2</sub> e também era utilizada como um pigmento mineral de cor verde em pinturas até aproximadamente 1800.</p>
<p>O bloco exposto no museu contém aproximadamente uma tonelada de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/cobre/">cobre</a> e era chamada de ´Pedra Cantante´, isto na época antes da exposição ganhar controle climático &#8211; pois as mudanças na umidade causavam vibrações em porções da rocha e a faziam ´cantar´.</p>
<p><em>Imagem original de <a href="http://www.flickr.com/photos/wallyg/407371775/">wallyg</a>, sob licença Creative Commons.</em></p>
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		<title>Níquel-zircônio em análise</title>
		<link>http://imagens.tabelaperiodica.org/niquel-zirconio-em-analise/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 12:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Níquel]]></category>
		<category><![CDATA[Zircônio]]></category>

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		<description><![CDATA[
Uma gota de 3mm de níquel-zircônio, é aquecida até a incandescência, e flutua entre placas carregadas dentro do ´Electrostatic Levitator´(ESL). O ESL usa eletricidade estática para suspender o objeto (em torno de 2-3 mm de diâmetro) dentro de uma câmara a vácuo, enquanto que um laser aquece a amostra até ela fundir. Isto permite aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2009/12/niquel-zirconio-levita-nasa.jpg" alt="eletrostatica para niquel zirconio" title="eletrostatica para niquel zirconio" width="600" height="470" class="alignnone size-full wp-image-197" /><br />
Uma gota de 3mm de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/niquel/"><strong>níquel</strong></a>-<a href="http://www.tabelaperiodica.org/zirconio/">zircônio</a>, é aquecida até a incandescência, e flutua entre placas carregadas dentro do ´<em>Electrostatic Levitator</em>´(ESL). O ESL usa eletricidade estática para suspender o objeto (em torno de 2-3 mm de diâmetro) dentro de uma câmara a vácuo, enquanto que um laser aquece a amostra até ela fundir. Isto permite aos cientistas o registro de uma grande variedade de propriedades físicas sem o contato do container com a amostra ou qualquer instrumento, o que poderia alterar as medidas. O <em>Electrostatic Livitator</em> é uma das diversas ferramentas do programa de ciência dos materiais em microgravidade da NASA.</p>
<p>Imagem original em<br />
<a href="http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~9~9~57922~161766:Materials-Science">http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~9~9~57922~161766:Materials-Science</a></p>
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		<title>Cobalto em vidro azul</title>
		<link>http://imagens.tabelaperiodica.org/cobalto-em-vidro-azul/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cobalto]]></category>
		<category><![CDATA[vidros]]></category>

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		<description><![CDATA[
Esta bela coleção de vidros com azul intenso é preparada com a adição de cobalto ao vidro fundido.
É comumente indicado como filtro para se realizar testes de chama, tendo a função de bloquear o amarelo presente na chama normalmente produzido pela presença de sódio.
Os objetos da imagem são os tradicionais ´Bristol blue glass´, produzidos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2009/11/vidro-cobalto-azul-flickr-caros-lines.jpg" alt="vidros azuis com cobalto" title="vidros azuis com cobalto" width="600" height="450" class="alignnone size-full wp-image-193" /><br />
Esta bela coleção de vidros com azul intenso é preparada com a adição de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/cobalto/">cobalto</a> ao vidro fundido.<br />
É comumente indicado como filtro para se realizar testes de chama, tendo a função de bloquear o amarelo presente na chama normalmente produzido pela presença de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/sodio/">sódio</a>.<br />
Os objetos da imagem são os tradicionais ´<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bristol_blue_glass">Bristol blue glass</a>´, produzidos na Inglaterra desde o século 17.</p>
<p><em>Imagem original de <a href="http://www.flickr.com/photos/caroslines/2285172239/">Caro&#8217;s Lines</a>, sob licença Creative Commons.</em></p>
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		<title>Níquel e Ferro na W49B</title>
		<link>http://imagens.tabelaperiodica.org/niquel-e-ferro-na-w49b/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferro]]></category>
		<category><![CDATA[Níquel]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>

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		<description><![CDATA[
Dados de Raio X capturados pelo Chandra revelam imagens de remasnescentes de uma supernova. Os raios X são produzidos por jatos de gás a 15 milhões de graus Celsius que é rico em ferro e níquel. Estas informações indicam que a W49B foi produzida quando o núcleo de uma estrela mássiva de rotação rápida colapsou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2009/11/w49b-niquel-ferro-chandra-nasaim.jpg" alt="ferro e níquel em imagem do chandra nasa" title="ferro e níquel em imagem do chandra nasa" width="600" height="600" class="alignnone size-full wp-image-188" /><br />
Dados de Raio X capturados pelo Chandra revelam imagens de remasnescentes de uma supernova. Os raios X são produzidos por jatos de gás a 15 milhões de graus Celsius que é rico em <a href="http://www.tabelaperiodica.org/ferro/">ferro</a> e <a href="http://www.tabelaperiodica.org/niquel/">níquel</a>. Estas informações indicam que a W49B foi produzida quando o núcleo de uma estrela mássiva de rotação rápida colapsou para formar um buraco negro, disparando a ejeção de jatos de material em alta energia.</p>
<p> As cores vermelha, verde e azul, as imagens correspondem à baixa, média e alta energia de raios-X, respectivamente.</p>
<p>Imagem original em<br />
<a href="http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~22~22~128326~236532:">http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~22~22~128326~236532:</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Meteorito de ferro e níquel em Marte</title>
		<link>http://imagens.tabelaperiodica.org/meteorito-de-ferro-e-niquel-em-marte/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferro]]></category>
		<category><![CDATA[Níquel]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>

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		<description><![CDATA[
A sonda robótica Mars Exploration Rover Opportunity da NASA encontrou um meteorito em Marte composto basicamente de ferro e níquel, sendo este o primeiro meteorito já identificado em outro planeta. 
As leituras feitas pelos espectrômetros instalados na sonda foram as responsáveis pela determinação da composição deste meteorito que tem o tamanho de uma bola de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2009/11/ferro-niquel-meteorito-marte-nasaim.jpg" alt="mateorito solo Marte composto de ferro e níquel" title="mateorito solo Marte composto de ferro e níquel" width="600" height="599" class="alignnone size-full wp-image-181" /><br />
A sonda robótica Mars Exploration Rover Opportunity da NASA encontrou um meteorito em Marte composto basicamente de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/ferro/">ferro</a> e <a href="http://www.tabelaperiodica.org/niquel/">níquel</a>, sendo este o primeiro meteorito já identificado em outro planeta. </p>
<p>As leituras feitas pelos espectrômetros instalados na sonda foram as responsáveis pela determinação da composição deste meteorito que tem o tamanho de uma bola de basquete.</p>
<p>O Opportunity usou suas câmeras panorâmicas para capturar as imagens utilizadas nesta composição de cores que se aproxima da realidade. Esta composição de imagens utiliza filtros de 600 nanômetros (vermelho), 530 nanômetros (verde) e 480 nanômetros (azul).</p>
<p>Imagem original em<br />
<a href="http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~4~4~18806~123273:Iron-Meteorite-on-Mars">http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/nasaNAS~4~4~18806~123273:Iron-Meteorite-on-Mars</a></p>
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