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	<title>Imagens da Tabela Periódica &#187; Enxofre</title>
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		<title>Estibina</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 20:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antimônio]]></category>
		<category><![CDATA[Enxofre]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um belo mineral conhecido como estibina, composto de sulfeto de antimônio (III), Sb2S3, é uma das maiores amostras do mundo e está exposta no American Museum of Natural History. Provavelmente foi formada a 130 milhões de anos, quando água aquecida por atividade vulcânica dissolveu o antimônio e o enxofre de rochas no entorno, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/08/cristais-estibina-museu.jpg" alt="mineral estibina no museu de historia natural nos EUA" title="antimonio e enxofre" width="600" height="656" class="alignnone size-full wp-image-445" /><br />
Este é um belo mineral conhecido como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estibina">estibina</a>, composto de sulfeto de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/antimonio/">antimônio</a> (III), Sb<sub>2</sub>S<sub>3</sub>, é uma das maiores amostras do mundo e está exposta no American Museum of Natural History.<br />
Provavelmente foi formada a 130 milhões de anos, quando água aquecida por atividade vulcânica dissolveu o antimônio e o <a href="http://www.tabelaperiodica.org/enxofre/">enxofre</a> de rochas no entorno, e então fluiu entre camadas de calcário, originando camadas compactas de estibina e eventualmente regiões onde foi possível surgir longos e belos cristais.<br />
Amostras deste tipo são raras por serem frágeis e prontamente destruídas nos modernos processos de mineração.<br />
A procedência é da mina Wuling na província de Jiangxi, no sudeste da China.</p>
<p><em>Imagem sob licença Creative Commons, <a href="http://www.flickr.com/photos/60602206@N00/2964881619/">via Chirag D. Shah</a>.</em></p>
<p><em>Informações <a href="http://www.amnh.org/science/papers/stibnite.php">obtidas no Amnh.org</a></em></p>
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		<title>Cristais de enxofre</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 12:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enxofre]]></category>

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		<description><![CDATA[O enxofre cristalizado produz belas ´agulhas´ que ocorrem em uma cristalização monoclínica. A imagem foi obtida após uma solidificação de enxofre fundido. A literatura indica que este tipo de cristal pode ser obtido pelo aquecimento de uma amostra acima de 100 oC, e com um posterior resfriamento lento, permitindo a formação destes cristais, que são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2010/08/enxofre-agulhas-monoclinico.jpg" alt="cristalização lenta do enxofre" title="fotografia de agulhas de enxofre" width="600" height="750" class="alignnone size-full wp-image-436" /><br />
O <a href="http://www.tabelaperiodica.org/enxofre/">enxofre</a> cristalizado produz belas ´agulhas´ que ocorrem em uma cristalização <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Allotropes_of_sulfur">monoclínica</a>.<br />
A imagem foi obtida após uma solidificação de enxofre fundido.<br />
<a href="http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc16/v16_A12.pdf">A literatura indica que este tipo de cristal</a> pode ser obtido pelo aquecimento de uma amostra acima de 100 oC, e com um posterior resfriamento lento, permitindo a formação destes cristais, que são estáveis entre 96 e 119 oC. Em temperatura ambiente a forma monoclínica irá transformar-se lentamente em ortorrômbica. </p>
<p><em>Imagem sob licença Creative Commons, <a href="http://www.flickr.com/photos/fluor_doublet/2248805916/">via fluor_doublet</a>.</em></p>
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		<title>Enxofre em blocos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 19:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Enxofre]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o preço do enxofre está baixo o elemento líquido é deixado solidificar e então armazenado em grandes blocos ao ar livre. Estes blocos estão na localidade de Cremona, em Alberta, Canadá e existem diversos destes depósitos. A operação é feita pela Shell Canada. A parede de blocos tem 7,5 metros de altura. Imagem original [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imagens.tabelaperiodica.org/wp-content/uploads/2009/10/bloco-enxofre-canada-flickr-gorg-mckenna.jpg" alt="bloco enxofre no canada gorg-mckenna" title="bloco enxofre no canada gorg-mckenna" width="600" height="373" class="alignnone size-full wp-image-139" /><br />
Quando o preço do <a href="http://www.tabelaperiodica.org/enxofre/">enxofre</a> está baixo o elemento líquido é deixado solidificar e então armazenado em grandes blocos ao ar livre.<br />
Estes blocos estão na localidade de Cremona, em Alberta, Canadá e existem diversos destes depósitos. A operação é feita pela Shell Canada.<br />
A parede de blocos tem 7,5 metros de altura.</p>
<p><em>Imagem <a href="http://www.flickr.com/photos/gord99/280466011/">original de Gord McKenna</a> , sob licença Creative Commons.</em></p>
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